Pneus Sava

Piores Marcas de Pneus: As 4 Marcas Menos Bem Avaliadas

Você já parou para pensar quais são as piores marcas de pneus?

A dúvida é pertinente, mas é bem provável que você nunca tenha parado para pensar por este lado.

Afinal, o mais comum é procurarmos pelas melhores – e mesmo quando o dinheiro é curto, quem dirige procura buscar por opções baratas entre as marcas mais conhecidas.

Fato é que os pneus do seu carro precisam receber a máxima atenção. Trata-se de um componente essencial para se trafegar e, principalmente, para a própria segurança. Em suma, pneus ruins podem trazer sérios problemas.

Um ponto importante a se destacar é que, no mercado brasileiro, os pneus em geral são seguros. Isso porque eles precisam ser aprovados por órgãos reguladores e certificados pelo Inmetro.

Dito isso, a nossa lista não irá trazer informações sobre pneus “ruins”, mas sim “menos bem avaliados” pelos motoristas.

Nenhum deles é de marcas conhecidas, como Michelin, Goodyear ou Bridgestone.

E como uma avaliação honesta precisava ter uma boa base de dados, ela foi amparada em pesquisas feitas não no Brasil, mas em países da Europa.

Vamos conhecer os resultados?

Quais são as piores marcas de pneu para o seu carro?

Para responder a essa pergunta, um estudo foi feito com mais de 33 mil motoristas de vários países.

Eles responderam questões sobre desempenho nas estradas, durabilidade, aderência e conforto ao dirigir.

Entre os que tiveram avaliação não tão boa estão o Nankang, por baixa durabilidade; o Goodride, por não propiciar conforto ao volante; o Westlake, por ser muito duro; e o Sava, devido ao grande número de motoristas que registrou algum tipo de problema com o pneu durante a sua vida útil.

Confira!

1. Nankang

Pneu Nankang
Fonte: Guaporé Pneus

A empresa asiática existe há décadas e tem investido muito em inovação.

Os pneus Nankang detêm certa fama entre automobilistas, que citam principalmente sua ótima capacidade de aderência.

O problema dele está na durabilidade, e essa é uma crítica frequente.

Os componentes não parecem ser de primeira linha, sendo que, a depender do uso, o pneu irá durar apenas dois terços do tempo dos produtos de marcas de pneus mais conhecidas.

Sim, a vida útil de um pneu Nankang não costuma passar de 33 mil quilômetros. Um bom pneu Michelin, para você ter uma ideia, costuma durar mais de 48 mil quilômetros.

2. Goodride

Pneus Goodride
Fonte: Hipervarejo

Este é mais um modelo importado que desperta diferentes sensações nos motoristas.

Antes de mais nada, vamos aos pontos positivos: em matéria de desgaste e aderência, ele se sai bem.

Três em cada quatro motoristas acostumados a dirigir com um pneu Goodride na Europa elogia esses aspectos.

A grande crítica, e que faz com que ele entre na lista de pneus a se evitar, está no conforto ao dirigir.

Mais da metade dos condutores aponta que não se trata de uma marca que leva conforto ao volante – e isso considerando os diversos modelos da marca.

3. Westlake

Pneus Westlake
Fonte: Carrefour

Produzido na China e já com bastante penetração no mercado europeu, o Westlake vem ganhando espaço no Brasil e não é mais tão difícil de se encontrar em lojas especializadas de grandes centros – e se você for de São Paulo, não deverá ter nenhum problema quanto a isso.

Na média ele tem sido bastante elogiado pelos brasileiros, mas há uma crítica muito comum aos modelos da marca em países do mundo todo: trata-se de um pneu muito duro.

Por isso, antes de adquirir um, considere esse aspecto.

4. Sava

Pneus Sava
Fonte: Revista dos Pneus

A empresa é uma subsidiária da Goodyear, e atua principalmente no mercado europeu. É relativamente bastante procurada para  equipar SUVs.

Em termos de durabilidade, os pneus da Sava não deixam a desejar, estando entre o top 5.

O problema é o alto índice de problemas apontados pelos usuários: um em cada dez já tiveram inconvenientes após adquirir o produto.

O que observar antes de comprar um pneu

vários aspectos a se observar na hora de escolher, e se você quiser fugir das piores marcas de pneus e, ainda assim, não gastar muito, observe as seguintes características:

Conforto

Pneus são parte importante do seu carro, e você não sabe quantos meses ficará com eles.

E já pensou ter que dirigir por muito tempo com um conjunto que não ofereça maciez e conforto ao volante? Portanto, preste muita atenção a isso.

Vida útil

A gente sabe que o preço sempre importa, mas o mais importante talvez seja observar o custo-benefício.

Às vezes vale gastar mais por modelos de fabricantes cuja vida útil sabidamente é maior do que o das piores marcas de pneus.

E, como mostramos anteriormente, muitos entrevistados disseram que pelo menos uma das marcas (Nangkan) dura pouco.

Desempenho na chuva

A aderência é fator de segurança fundamental nos pneus, e todo motorista sabe que dirigir na chuva é bem diferente de dirigir no seco.

Portanto, se você costuma trafegar por áreas com maior índice de precipitação, opte por modelos de pneus que favoreçam a dispersão da água.

Medidas

Este aspecto é até bastante óbvio, mas vale a pena ressaltar. Observe atentamente as medidas do seu carro antes de sair comprando um pneu.

Não apenas o aro importa, mas a largura também influi.

Além disso, os diferentes modelos de pneus foram desenvolvidos com o intuito de equipar veículos com diferentes intenções de uso.

Portanto, leia bem o manual do carro e opte por pneus que se adéquem ao terreno onde você irá rodar.

Banda de rodagem

Isso tem a ver diretamente com o que acabamos de dizer: antes de comprar um conjunto de pneus, defina o terreno onde você deverá rodar com mais intensidade.

A partir daí, escolha modelos com uma banda de rodagem de acordo.

Por exemplo, pneus com banda simétrica – aquelas em que os sulcos são iguais dos dois lados – são melhores para rodar em ambiente urbano.

Já as assimétricas favorecem curvas e frenagem em pista molhada. Há ainda os pneus para veículos off-road, e assim por diante.

Como saber se o pneu é bom?

Muitas vezes nos baseamos apenas pela marca, não é mesmo?

Afinal, pensamos, um pneu de fabricantes conhecidas, como Bridgestone, Goodyear, Pirelli, Hankook ou Michelin não deve levantar dúvidas. Mas a verdade é que não é bem assim.

Já parou para observar que mesmo pneus com características aparentemente semelhantes e da mesma empresa têm preços bem distintos?

Pois então, isso decorre justamente da qualidade do produto, de sua capacidade de aderência e de consumo de combustível.

No Brasil, isso tudo é atestado pelo Inmetro.

E aqui vai uma boa notícia: você pode escapar das piores marcas de pneus – ou mesmo de um pneu ruim de uma marca boa! – apenas prestando atenção às informações constantes nos selos do instituto.

O selo é bem similar àquele que encontramos nos aparelhos elétricos e que informa o consumo de energia.

No caso de pneus, porém, ele certifica consumo de combustível e aderência às pistas, além de informar o ruído máximo que o atrito com o piso emite.

Os selos têm classificação de A a G, e quanto mais próximos de A, melhor. Por isso, prefira para o seu carro um pneu que tenha classificação A, B ou C.

Acima disso, considere as desvantagens antes de comprá-lo.

Pneus classificados a partir da letra D em termos de combustível irão pesar no seu orçamento no longo prazo.

Quando o assunto é aderência, então, pondere que ele talvez não seja indicado para viagens em rodovias ou sob chuva.